O Parceiro de culpa da pornografia é a masturbação. Os dois quase sempre acompanham um ao outro. À medida que aumenta a exposição á pornografia, também aumenta a aceitação da autossatisfação como forma de saciar os desejos sexuais cada vez mais intensos. Essa é uma questão sobre a qual cada vez mais me pedem para falar. Além disso, algumas vozes culturais influentes fizeram declarações recentes incentivando a masturbação como uma prática "saudável" para os jovens. A cultura pode apoiar o uso da pornografia e a masturbação como alternativas inteligentes para a relação sexual , mas isso não faz dessa escolha uma decisão sábia.
A Cultura não é o instrumento que devemos suar para avaliar se um comportamento é certo ou errado. A Palavra de DEUS é nosso padrão da verdade. E por causa da Palavra de DEUS, podemos concluir que a masturbação não é correta por três razões : é insinuação, fundamenta-se na lascívia e é sexo sem intimidade.
1. Masturbação é " Insinuação ".
Efesios 5.3 define o padrão de DEUS para a pureza: " Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual " ( NVI ).
A masturbação provoca a mesma reação fisica que uma relação sexual. Só porque não envolve outra pessoa não significa que não insinue sexo.
2. Masturbação fundamenta-se na lascivia.
Não há dúvidas sobre isso; o padrão de pureza de DEUS é elevado. Na verdade, JESUS nos conta que a pureza sexual envolve muito mais que nosso comportamento exterior; inclui também nossos pensamentos.
" A pureza sexual envolve muito mais que nosso comportamento exterior; inclui também nossos pensamentos. "
Em Mateus 5.28 JESUS disse: " Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela ". O padrão de JESUS foi suficiente para causar uma agitação em seus dias, e ainda agita em nossos dias. O mundo lhe dirá para chegar o mais perto possível do limite quando se trata do sexo, porém isso faz pouco mais do que criar um campo de batalha em sua mente.
Encontramos mais evidências de que a cobiça é algo sério em Colossenses 3.5 " Assim, façam morrer tudo o que pertence á natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria" ( NVI ).
Não se aventure nisso. Não experimente a cobiça. Não acenda paixões sexuais na esperança de que não terão repercussões graves. Mortifique-a. Corra. Fuja. Pare.
3. Masturbação é sexo sem intimidade.
Ao longo da Biblia vemos o fato de que DEUS criou o sexo com um proposito especifico em mente. Em Gênesis 2 vemos um belo retrato do vínculo singular entre homens e mulheres quando as Escrituras descrevem o homem e a mulher se tornando uma só carne. Esse é o poder singular do sexo entre marido e mulher - ele os une e os torna "um".
A masturbação não o une a ninguém. È uma atividade solitária e geralmente em segredo. Assim como a exposição á pornografia, a masturbação pode ser viciante. Você vai exigir mais e mais de mesma atividade a fim de obter o fluxo de dopamina que deseja. Uma vez casado, pode experimentar disfunção sexual porque seu corpo foi treinado para reagir sem a conexão com um parceiro. Como resultado, há quase sempre muita vergonha ligada a isso.
Não há lugar para vergonha no plano de DEUS para sua sexualidade. O sexo foi criado para ser uma dádiva partilhada entre você e seu cônjuge. Quando o sexo é partilhado entre marido e mulher que seguiram o padrão de pureza deDEUS, não exige vergonha.
Fonte : A verdade Nua & Crua - Josh MacDowell ( Pag´s 131-133 )
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Entendendo Jesus como o Verbo de Deus através de uma carteira de motorista

Você já tirou sua carteira de motorista? Quase todo mundo já passou por esta experiência ou vai passar um dia.
No início desse processo, a autoescola lhe manda fazer aulas com um instrutor. Esse professor, para lhe ensinar, começa passar algumas “instruções” do que você deve fazer; na verdade, são frases que você precisa memorizar para conseguir dirigir.
Por exemplo: para o instrutor te ensinar a sair com o carro, ele usa frases como: “Ligue o carro”, ” Pise na embreagem”, “Coloque a primeira marcha”, ” Agora acelere um pouco e tire o pé da embreagem”. E você fica ali, naquela tensão, tentando se concentrar naquelas instruções. Depois que você aprende a sair com o veículo, Ele fala: “Ok, agora, quando o carro pegar uma velocidade, você pisa na embreagem, coloca a segunda marcha, solta a embreagem e acelera novamente”. No começo, parece um bicho de sete cabeças e parece que será impossível conseguir dirigir.
Você já andou com alguém que tinha acabado de pegar a carteira de motorista? É muito engraçado, pois eles, os recém-habilitados, andam tão tensos que não conseguem nem conversar ao mesmo tempo, pois se eles pensarem em outra coisa, vão se esquecer das instruções. Então, geralmente, eles colocam o queixo em cima do volante, e ficam revisando em pensamento: “Pisa na embreagem, coloca primeira marcha, agora acelera um pouco e vai soltando a embreagem”. “Dê seta antes de virar”, “Pare nas esquinas para verificar se não vem ninguém”, “Pare na faixa de pedestre”...
Perceba que a pessoa que está aprendendo a dirigir tem apenas “Frases”, “instruções” em sua mente, para, então, aquele pensamento virar uma ação. Ela tem apenas o “verbo” para se guiar.
Agora, quando você começa a praticar, a se desenvolver, quando você começa a fazer isso todos os dias, durante horas no dia, aquilo que era instrução vai se tornando comportamento automático, ou, talvez, podemos dizer que aquilo que era “verbo” vai se tornando “carne”.
Se você já dirige há alguns anos, você sabe que consegue perfeitamente conversar com alguém no carro e continuar fazendo todas as manobras, trocando a marcha, dando seta, parando nas esquinas. E por que isso? Porque estas instruções já se transformaram em carne na sua vida, elas já viraram parte de você.
Quando Deus olha lá de cima e percebe que ninguém consegue viver as instruções que Ele passou (a lei), Ele decide descer até aqui e mostrar como é que se faz. João descreve isso da seguinte forma: “E o verbo se fez carne e habitou entre nós…” (Jo 1.14). “E o que antes era ‘verbo’ agora se tornou ‘carne’. Jesus fazia tudo que está escrito na Palavra de Deus no automático, tudo”.
Quando Ele via um doente, era automático ir até o doente e curá-lo. Ele amava automaticamente, ele era manso automaticamente, ele era humilde automaticamente, pois o verbo veio ao mundo em forma de carne, mas para mostrar a todos como se deve fazer.
Tudo que Jesus fez na terra foi por um propósito. E esse propósito é que eu e você possamos copiá-lo. Ele diz em João 13.15: “Eu lhes dei o exemplo para que vocês façam como eu lhes fiz”. Tudo que ele fez foi para que você pudesse se tornar um reflexo dEle.
Se você, hoje, pegar as instruções que a Palavra de Deus lhe dá, o modelo que Jesus deixou, e começar a praticar, tudo isso que no início é ‘verbo’, com o passar do tempo vai se tornar ‘carne’. Você passará a amar no automático, perdoar no automático, servir no automático, ser uma cópia de Jesus no automático.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Você está cansado de prometer que vai parar de pecar?
A cena se repete praticamente a cada final de semana. Louvores, orações, mensagens impactantes. Até que num determinado momento a pessoa se arrepende, quebranta-se e se rende. A rendição muitas vezes é oficializada pela promessa de que nunca mais irá praticar os pecados que a fragilizam. Por alguns dias, ou meses, até consegue. A fraqueza, no entanto, se mostra forte e faz ruir as promessas feitas. Até que surge um novo arrependimento, uma nova promessa, uma nova queda, criando um ciclo enlouquecedor e frustrante.
Por que tantos se envolvem nestes ciclos de pecados? Semana passada ouvi uma piada que pode ajudar nossa compreensão, acompanhe. Dois amigos, cansados da escravidão com o álcool decidiram parar de beber. Amigo, a bebida está acabando com a gente e com nossa família, vamos parar? Vamos! Para comemorar, semana que vem vamos pescar? Vamos. A semana passou sem que bebessem. Quando se encontraram para irem pescar, um deles carregava duas sacolas. Que sacola é essa amigo? É bebida. Como assim, a gente não prometeu parar?! Não é para beber. Imagina que nós estamos pescando, de repente surge uma cobra e dá uma picada, é só jogar bebida na picada e tomar um gole pra não sentir dor. Bem pensado, e essa outra sacola, o que é? Ah, nessa sacola eu estou levando a cobra, vai que não aparece nenhuma!…
Como piada, tem lá sua graça. Como realidade de vida é simplesmente lamentável. Tem muita gente prometendo parar com pecados exatamente como os dois sujeitos da piada. Sabiam das conseqüências danosas do álcool, mas simplesmente não conseguiram abrir mão do vício. As duas sacolas da piada representam nosso estoque de desculpas para os nossos erros.
Você já deve ter visto e ouvido pessoas atribuírem as culpas pelos seus erros ao diabo. Elas nunca erram, nunca têm culpa de nada, é sempre a cobra que leva a culpa. O detalhe é que o boteco e as amizades que lá se cultiva, as festas da empresa regadas a bebidas, parceiros sexuais e outras coisas mais, as farras acadêmicas inimagináveis pelos paistrocinadores, nada mais são do que as sacolas propositalmente carregadas, prontas para viabilizarem os pecados que se prometeu não mais praticar.
Esvazie esse tipo de sacola. Evite esse tipo de pescaria. Fuja do caminho que leva a prática certa do pecado. A cobra do Éden continua seduzindo e enganando, continua roubando, matando e destruindo. Mas só o faz contra aqueles que abrem brechas, baixam a guarda, deixam espaço nas sacolas chamadas coração e mente. Cuide bem do seu coração, dele precedem as saídas para uma vida plena, preencha sua mente com salmos, hinos e cânticos espirituais.
Mas como? Pergunta o cansado de prometer e não cumprir. Tenho que ficar o tempo todo na igreja, cantando, cantando e cantando? Não, cuidar do coração e preencher os espaços da mente com salmos, hinos e cânticos espirituais apontam para uma maior profundidade. A poesia bíblica está saturada de vida real. Tem lamento, enfermidade, dor, sofrimento, traição, angústia, perigo, fome, solidão, medo. Mas também tem triunfo, socorro, vitória, êxtase, afeto, milagre, amor, família, filhos, trabalho, conquista.
Ou seja, a poesia bíblica nos inspira e nos desafia a vivermos uma vida cristã integral e autêntica em toda e qualquer fase, sabendo que nosso Pai está presente e se importa o tempo todo. Deixemos de atrapalhar os planos de Deus, o melhor é o que Ele planeja e quer para cada filho. Somos fracos, Ele é forte. Somos incapazes, Ele é capaz. Nas sacolas chamadas coração e mente já é tempo de liberarmos espaço somente para Ele.
Ore para encontrar, não encontre para orar.
Um dos grandes erros que um (a) jovem comete, em sua vida sentimental, é iniciar uma busca por uma (um) companheira (o) e, ao encontrar alguém que o (a) agrade, começa a orar por esta pessoa.
O problema deste método de escolha é que a busca pela “pessoa certa” é feita carnalmente, e depois de ter escolhido com os olhos deste mundo, se pede “ajuda do céu” para que este relacionamento dê certo.
Só que o método que Deus nos propõe é: ore e depois escolha. Quando estamos em um processo de oração em favor de nossa vida sentimental, Deus faz com que as pessoas certas, para nós, se destaquem aos nossos olhos, e as pessoas erradas passem desapercebidas.
Em Genesis 24, Abraão pede para seu servo ir até a cidade onde os parentes dele vivam, a fim de escolher uma esposa para seu filho. O servo pega 10 camelos, enche-os de presentes e sai em busca da “pessoa certa” para Isaque. Veja o método de escolha que este sábio homem usa:
“Quando o empregado chegou, fez os camelos se ajoelharem perto do poço, fora da cidade. Era de tardinha, a hora em que as mulheres vinham buscar água. Aí ele orou assim: — Ó Senhor, Deus do meu patrão Abraão, faze com que tudo dê certo e sê bondoso para o meu patrão” (Gênesis 24.11,12)
Ele para diante do lugar onde as moças passavam, e antes de escolher, ele orou. E a Bíblia diz, no verso 15, que ele nem havia terminado a oração e Rebeca apareceu para pegar água.
É no meio de nossa vida de oração, é durante o nosso clamor, que Deus vai atrair os nossos olhos àquele (a) que Ele sonhou para nós. A oração não apenas nos ajuda a fazer a vontade de Deus, mas também a negar a nossa própria. Ela cega nossos olhos carnais, que querem nos atrair a caminhos de morte, e abre nossos olhos espirituais que nos levam a vida abundante que Ele tem preparado a nós.
A Palavra de Deus é muito clara em Jeremias 17.9, ao dizer que o nosso coração é enganoso. Por isso, não espere que seu coração se envolva com alguém para você começar a buscar a Deus, mas comece a buscar a Deus e deixe que Ele encontre para você alguém segundo o coração dEle.
Portanto, ORE para ENCONTRAR, não ENCONTRE para ORAR.
sábado, 23 de junho de 2012
NECESSITO OUVIR A VOZ DE DEUS!
É bem verdade que não pertencemos a esse mundo....estamos aqui só de passagem, vivenciamos dias sofridos, doidos, em meio a lágrimas, solidões, angústias, estamos aptos a sofrer as dores deste mundo. Mas, quero te lembrar meu caro amigo leitor:
VOCÊ É FILHO DE UM DEUS ÚNICO E PODEROSO, ao qual fez esta promessa: IREI JUNTO DO PAI, NA INTENÇÃO DE LHES PREPARAR UMA NOVA CASA, PORÉM, VOS DEIXAREI ALGUÉM PARA QUE POSSAS LHE AJUDAR, O CONSOLADOR ESPÍRITO SANTO!
Esse momento, poderei eu dizer que se chama, NECESSITO OUVIR A VOZ DE DEUS. Um momento que vai além da magia dos primeiros passos com Jesus. Somente quando nos encontramos neste estado descobrimos a importância que tem sobre nosso dia-a-dia ouvir a voz do doce Espírito Santo. Como ouvir a voz de Deus? Não é nada comparado a ouvir promessas e revelações da boca de profetas, não que isso seja ruim, mas o que eu quero falar aqui, é a respeito da experiencia de ouvir o próprio Deus falar contigo, de uma maneira SOBRENATURAL. Algo que nunca vimos ou ouvimos. Aaaaa, isso é magnifico, não se compara a nada deste mundo. É um momento que Deus nos permite passar para que busquemos ouvir Ele, e para que também Ele possa falar conosco.
Para isso é necessário estar em santidade perante Deus. Jejum e oração nos auxiliam a Ter o ouvido sensível a voz do Senhor.
Ei, irmão assim como Deus chamou a Samuel, Ele te chama nesta hora. Deus quer falar contigo, e para isso...
Ter o ouvido sensível a voz de Deus, FAZ TODA A DIFERENÇA!
A fé cristã é agredida novamente pela globo!
No capítulo de sexta-feira, primeiro de junho de 2012, Avenida Brasil se tornou mais uma novela da rede Globo que irritou evangélicos brasileiros ao levar para a tv mais uma personagem com estereótipo cristão supostamente conservador. A personagem Dolores, vivida pela atriz Paula Burlamaqui, tirou a roupa no escritório do ex marido Diógenes, interpretado por Otávio Augusto, com o qual não tinha mais qualquer relacionamento, para dizer que não estaria mais em pecado. A cena considerada por muitos cristãos na internet como surreal e absurda foi exibida no horário nobre da TV brasileira.
Na trama de Avenida Brasil, escrita por João Emanuel Carneiro, a personagem evangélica Dolores era uma atriz pornô conhecida pelo nome artístico de “Soninha Catatau” e que abandonou o filho Roni, mas após sua conversão tenta se reaproximar do jovem, que seria gay. A cena que causou tanta revolta começa com “Dolores” procurando o filho na empresa de seu ex marido, pai do jovem, mas é impedida pelo próprio “Diógenes” que a leva para seu escritório e tenta convencê-la a não procurar mais o Roni, em troca ele doaria saias “maria mijonas” para a igreja que ela frequenta. Após a recusa da mulher e a insistência do ex marido ao lembrar do passado dela como atriz pornô, Dolores sem se importar com todas as janelas do escritório estarem abertas, começa a tirar a roupa e ficar apenas de calcinha e sutiã afirmando que “eu fui curada, Diógenes. Eu não dependo mais de sexo, eu ‘tô’ curada. Jesus me libertou. Entendeu? Eu ‘sô’ feliz agora. Agora que eu tirei o sexo da minha vida a minha nudez não significa nada!”, diz ela.
Ainda sem roupa, a personagem evangélica aumenta o tom da voz e continua: “eu não tenho mais medo, eu ‘tô’ cada vez mais pura e você não precisa ter medo também, tá?”, em seguida ela pede para que Diógenes toque nela e coloca a mão do ator em seu peito afirmando que aquela é a pulsação de um coração “tocado por Jesus”. Mesmo após ser chamada de “diaba” pelo ex marido, Dolores semi nua aumenta novamente o tom de voz, ergue as mãos e diz que “fui ungida, eu ‘tô’ curada. Nenhum mal me atingirá. Nenhum pecado me maculará. Nenhum obstáculo me deterá. A Soninha Catatáu está definitivamente morta!”. Em seguida Diógenes pergunta se ela está realmente morta e começa a agarrar Dolores, que afirma que “está amarrado em nome de Jesus” mas corresponde o beijo e começa a tirar a roupa do ator. A cena é interrompida nesse momento.
Imediatamente após a exibição da cena, diversas manifestações contra a Globo vinda de evangélicos começaram a aparecer na internet. “somos evangélicos e nos sentimos ofendidos com a personagem Soninha amoral, hipócrita!”, disse uma internauta. Já outro ataca: “a Rede Globo sempre faz isso: mostra crentes como loucos, ladrões, bregas e mentirosos, e espíritas como mansos e corretos”, diz. “Que moral tem a Globo para levantar bandeiras contra o que considera intolerância se ela mesmo é intolerante e preconceituosa?!?”, disse um usuário do Twitter. Já o cantor gospel Regis Danese afirmou que “no momento não estou preocupado com isso, pois não assisto novela, to ligado no trono”.
O deputado evangélico Eduardo Cunha se mostrou indignado com a cena, “realmente foi muito ofensivo o deboche aos evangélicos hoje pela Globo. Pode ter certeza que brincar com Deus terá o seu preço. Daqui a pouco eles apresentam um bordel gospel”, para ele os evangélicos deveriam protestar porque assim “os anunciantes obrigam a pararem com isso, para não associarem a sua imagem a isso”, acredita. Protestem!” Já a psicóloga cristã Marisa Lobo afirmou que “a estratégia da Rede Globo é fazer alienação social, colocar defeitos nos evangélicos. (…) Implante de memória falsa, é uma estratégia estudadas pelos piores manipuladores para induzir ao erro. Canalhice de primeira”, afirma ela.
A personagem vivida pela contraversa Paula Burlamaqui nunca foi bem vista pelos cristãos devido a vasto histórico de personagens supostamente evangélicos que desagradaram e muito à população religiosa em diversas outras novelas da emissora. Dolores entrou a pouco tempo na novela, por tanto a cena foi apenas uma das primeiras ações da evangélica da novela Avenida Brasil, da Rede Globo.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Não é preciso ter provas científicas da existência de Jesus. A própria história confirma isso
Muitas pessoas tentam esquivar-se de uma consagração pessoal a Cristo, expressando a ideia de que, se uma hipótese não puder ser provada cientificamente, ela não é verdadeira, ou não merece ser aceita. E como ninguém pode provar a divindade de Jesus cientificamente, nem sua ressurreição, então os indivíduos do século XXI têm mais o que fazer do que aceitar Cristo como Salvador ou acreditar em sua ressurreição.
Frequentemente, em aulas de Filosofia ou História, é-me proposta a seguinte questão: "Você pode provar o fato cientificamente?" Em geral, eu respondo: "Bem, não; não sou cientista." Então são ouvidos risos pela classe, e várias vozes que murmuram: "Então não venha falar sobre isto", ou "Está vendo? Querem que aceitemos tudo pela fé" (querendo dizer fé cega).
Recentemente, numa viagem de avião, eu conversava com o passageiro que viajava a meu lado, dizendo-lhe por que eu acreditava que Cristo é quem ele disse ser. O piloto, que fazia sua ronda de boas-vindas, ouviu parte da conversa. "Mas aí existe um problema", disse ele. "Qual é?" indaguei. "Ninguém pode provar isto cientificamente", replicou.
O nível a que desceu a moderna mentalidade humana é estarrecedor. Por alguma razão, agora no século XXI, existem inúmeras pessoas que apóiam esta ideia de que, se não é possível provar-se uma noção qualquer cientificamente, então ela não é verdadeira. Bem, essa ideia é que não é verdade! Há um problema em provar-se qualquer coisa acerca de pessoas ou eventos históricos. Precisamos entender a diferença entre prova científica e o que eu denomino prova histórica judicial. Deixe-me explicar.
A prova científica baseia-se na demonstração de que algo é fato pela repetição do experimento em presença do indivíduo que o questiona. Existe então um ambiente controlado onde se podem fazer observações, chegar a conclusões e testar hipóteses empiricamente.
"O método científico, ou como quer que seja definido, é dependente da avaliação de fenômenos e experimentos, ou de observação repetida". O Dr. James B. Conant, antigo diretor da Universidade de Harvard, escreve: "A ciência consiste numa série de conceitos inter-relacionados e em esquemas conceituais, que surgiram como resultantes de experimentos e observações, e podem produzir outros experimentos e observações."
Uma das principais técnicas do moderno método científico é testar a veracidade de uma hipótese pelo emprego de experimentos controlados. Por exemplo; alguém diz: "O pau-ferro não flutua na água." Então eu levo a pessoa à cozinha; encho a pia de água a 25°C e deixo cair ali dentro um pedaço de pau-ferro. Observamos o fenômeno, compilamos os dados, e a hipótese é averiguada empiricamente: "O pau-ferro flutua."
Mas se o método científico fosse o único meio de se provar qualquer coisa, você não poderia provar, por exemplo, quem foi à aula ou ao trabalho hoje pela manhã, ou que almoçou. É totalmente impossível repetir tais eventos numa situação controlada.
Então, vemos aqui o que é a prova histórica, que se baseia na demonstração de que um fato realmente ocorreu, sem qualquer dúvida possível. Em outras palavras, é possível chegar-se a um veredicto com base em provas concludentes, isto é, não há uma fundamentação séria e razoável para se duvidar da decisão a que se chegou. Esta prova estriba-se em três tipos de testemunho: oral, escrito e de evidências (tais como um revólver, uma bala, uma caderneta). Usando o método judicial de determinar o que sucedeu, você pode provar claramente, sem qualquer sombra de dúvida, que esteve na aula hoje pela manhã: seus colegas o viram, você tem suas anotações, e o professor lembra-se de tê-lo visto.
Portanto, o método científico só pode ser aplicado quando se deseja provar experimentos que podem ser repetidos; não é um método que se presta a provar ou não as questões relativas a pessoas ou eventos históricos. O método científico não responde a perguntas tais como: "Será que George Washington existiu mesmo?" "Martin Luther King era defensor dos direitos humanos?" "Quem foi Jesus de Nazaré?" "Robert Kennedy foi Secretário da Justiça dos Estados Unidos?" "Será que Jesus Cristo ressuscitou dentre os mortos?" Estes fatos situam-se fora da esfera da prova científica, e precisamos colocá-los no plano da prova judicial.
Em outras palavras, o método científico, que se baseia na observação, na obtenção de informações, na formulação de hipóteses, em deduções e na verificação experimental, para se descobrir e explicar regularidades empíricas da natureza, não fornece respostas para perguntas tais como: "Você pode provar a realidade da ressurreição?" ou "Você pode provar que Jesus é o Filho de Deus?" Quando alguém se apoia no método judicial, precisa verificar a fidelidade dos testemunhos.
Um fato que me tem preocupado de forma toda especial é a verdade de que a fé cristã não é uma fé cega, uma crença ignorante, mas, antes, uma fé inteligente. Toda vez que, na Bíblia, uma pessoa é chamada a exercitar fé, trata-se de uma fé inteligente. Em João 8, Jesus diz o seguinte: "E conhecereis a verdade", e não "ignorareis a verdade". Perguntaram ao Senhor: "Qual é o maior dos mandamentos?" E ele respondeu: "Amar o Senhor teu Deus de todo o coração, e todo o entendimento." O que acontece com a maioria das pessoas é que elas param no coração. Os eventos acerca de Cristo nunca chegam à sua mente. Recebemos uma mente renovada pelo Espírito Santo para conhecer a Deus, tanto quanto um coração para amá-lo e uma vontade para escolhê-lo.
Precisamos ativar estas três áreas para termos um relacionamento pleno com Deus, e glorificá-lo realmente. Não sei o que você pensa, mas quanto a mim, meu coração não pode regozijar-se com algo que minha mente rejeita. Meu coração e mente foram criados para operarem em harmonia um com o outro. Nunca ninguém foi chamado a cometer suicídio intelectual, ao confiar em Cristo como seu Salvador e Senhor.
Trecho do livro “Mais que um carpinteiro”, de Josh McDowell
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